sábado, 28 de abril de 2012

O que o destino mandar


O que o destino mandar


Amor!
Amor?
Amor...

é o que constrange
e escarra-me na cara, crua e friamente,
o quão efêmero é tudo.

Rege minha vida e a da humanidade
ainda que pela sua ausência.
Mas eles não sabem.

A eterna busca do amor já é um achado
e eu o encontrei... e o perdi
perdi de mim
... a ponto de não enxergá-lo,
rejeitá-lo. Fases.

Encontro-me a escrever,
tentando decifrar a minha conversão.
Rendição consciente.
Submissão ao inexorável.

Ao contrário de tudo,
tudo o que eu te disse ultimamente,
atente:
nada sou sem ti.


Diante do amor sou senão pequena
e involuntariamente submissa.
Para ele entrego minha vida
pela consciência da inferioridade humana.

------------------------------------------------------------
Mas queria todos...
Mas não posso com o amor
então não meto, submeto.


Agora estou sã, nada mais.

Nenhum comentário:

Postar um comentário