O que o destino mandar
Amor!
Amor?
Amor...
é o que constrange
e escarra-me na cara, crua e friamente,
o quão efêmero é tudo.
Rege minha vida e a da humanidade
ainda que pela sua ausência.
Mas eles não sabem.
A eterna busca do amor já é um achado
e eu o encontrei... e o perdi
perdi de mim
... a ponto de não enxergá-lo,
rejeitá-lo. Fases.
Encontro-me a escrever,
tentando decifrar a minha conversão.
Rendição consciente.
Submissão ao inexorável.
Ao contrário de tudo,
tudo o que eu te disse ultimamente,
atente:
nada sou sem ti.
Diante do amor sou senão pequena
e involuntariamente submissa.
Para ele entrego minha vida
pela consciência da inferioridade humana.
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Mas queria todos...
Mas não posso com o amor
então não meto, submeto.
Agora estou sã, nada mais.
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