Poema metalingüístico
Para gozar e viver
é preciso senão caneta e papel
... chegar ao céu, sentir a brisa
sublimar, rasgar o véu
Ah... eu tenho vontade,
quero gozar e viver
Dá-me caneta e papel:
quero aquecer
Ah... criar, ah... delirar
Permita-me escrever
Ah... prestígio
Ah...
(E o que fica no papel é só vestígio)
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